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O papel do gestor de facilities nunca foi tão estratégico — nem tão desafiador.

Em 2026, decisões sobre espaço, mobiliário e ocupação precisam ser sustentadas por dados.

Reunimos os 8 números mais relevantes para quem planeja e gerencia escritórios corporativos no Brasil e no mundo.

Esses números não são apenas estatísticas — são sinais de mudança que afetam diretamente as decisões de layout, mobiliário e ocupação. Para o gestor de facilities moderno, ignorar esses dados significa perder eficiência operacional e capacidade de atrair talentos.

Abaixo, detalhamos os 8 indicadores que mais impactam o planejamento do escritório corporativo em 2026 e o que cada um significa na prática.

1. Apenas 54% dos escritórios são efetivamente utilizados

Segundo a JLL, a taxa média de utilização real dos escritórios corporativos globais é de 54% — contra uma meta declarada de 79% pelos gestores. Quase metade do espaço pago fica ocioso todos os dias.

2. 73% das empresas terão mais de 1,5 pessoas por assento até 2027

A CBRE projeta que a lógica “1 pessoa = 1 mesa” está sendo rapidamente substituída. Com o modelo híbrido consolidado, 73% das organizações precisarão repensar a relação entre colaboradores e postos de trabalho.

3. 57% esperam contrair seu portfólio de escritórios em 3 anos

Menos área, mais eficiência. A contração de portfólio não significa menos investimento em mobiliário — significa investimento mais inteligente, focado em qualidade e versatilidade por metro quadrado.

4. 26% dos trabalhadores conseguem fazer seu melhor trabalho no escritório atual

O Gensler Global Workplace Survey 2025 (16.800 respondentes em 15 países) revela que apenas 1 em cada 4 trabalhadores afirma que seu ambiente atual suporta seu melhor desempenho. O problema não é a presença — é o espaço.

5. Trabalhadores com autonomia de espaço são 2,5x mais produtivos

A mesma pesquisa Gensler demonstra que a autonomia de escolha — poder decidir onde e como trabalhar dentro do escritório — é o maior multiplicador de produtividade identificado. Isso depende diretamente da variedade de espaços e mobiliário disponível.

6. 37,1% das empresas brasileiras perderam candidatos pelo modelo de trabalho

Dado do GPTW Brasil 2026 (1.577 empresas). O ambiente físico é uma das poucas alavancas que uma empresa presencial tem para tornar o escritório mais atrativo do que a alternativa remota.

7. Engajamento híbrido é 10 pontos percentuais maior que o presencial no Brasil

85,4% de engajamento no modelo híbrido versus 75,3% no presencial — segundo o GPTW Brasil 2026. Para fechar esse gap sem mudar o modelo de trabalho, o investimento no ambiente físico é a resposta mais direta.

8. 96% dos líderes planejam atualizar seus escritórios até 2027

Pesquisa Steelcase com 500 tomadores de decisão nos EUA mostra que a janela de transformação está aberta agora. O principal motor? A inteligência artificial — que está redesenhando a natureza do trabalho e, consequentemente, os espaços onde ele acontece.

O Que Fazer com Esses Dados?

Esses 8 números contam uma história única: o escritório corporativo está em processo de reinvenção acelerada.

Gestores de facilities que usam esses dados para embasar decisões de espaço e mobiliário saem na frente — tanto em eficiência operacional quanto em atração e retenção de talentos.

A DIKTA acompanha essas tendências de perto e traduz os dados em soluções de mobiliário corporativo adequadas para a realidade brasileira.

Entre em contato e descubra como podemos apoiar o planejamento do seu espaço.

 

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